Terra tem “escudo invisível” contra radiação cósmica

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Em busca de uma explicação para o escudo antirradiação, a equipe está centrando as atenções na plasmafera (em roxo), uma nuvem de gás carregado que circunda a Terra. [Imagem: NASA/Goddard]

Notícias tranquilizadoras sobre a natureza e o nosso meio ambiente provêm com relativa frequência da ciência objetiva.

Mas elas não obtêm espaço na mídia, que prefere os anúncios estarrecedores ou deprimentes, e rara vezes verdadeiros, do ambientalismo radical.

É o caso da descoberta surpreendente, e até agora inexplicada, feita por uma dupla de satélites da NASA (National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço) e reportada em 27.11.14 pela revista científica britânica “Nature”.

Os satélites detectaram um campo de força invisível e impenetrável, a cerca de 11 mil km da superfície da Terra, que protege nosso planeta de doses letais de radiação. O anúncio foi noticiado por Salvador Nogueira blogueiro da Folha de S.Paulo.

Radiação cósmica

Cientistas de uma missão da NASA se dizem perplexos com o que acabam de descobrir: um escudo antirradiação em torno da Terra que é uma verdadeira “barreira impenetrável no espaço” – ao menos para partículas cósmicas de alta energia.

Os cinturões de Van Allen, anéis de partículas carregadas mantidos pelo campo magnético da Terra, são conhecidos há décadas. Mais recentemente, as duas sondas gêmeas Van Allen (a missão originalmente se chamava RBSP (Radiation Belt Storm Probes) descobriram um novo cinturão de radiação ao redor da Terra.

Ilustração didática da atividade dos anéis de Van Allen

Ilustração didática da atividade dos anéis de Van Allen

Mas o que estas mesmas sondas descobriram agora é diferente.

Embora os cinturões de Van Allen protejam a Terra de grande parte da radiação espacial, os cientistas acreditavam que a radiação mais forte, consistindo de elétrons de energia muito alta, só era barrada aos poucos, conforme as partículas se aproximavam e colidiam com os átomos da atmosfera.

Escudo protetor da Terra

O que os instrumentos das duas sondas revelaram é algo bem diferente: há um verdadeiro “escudo invisível” nas imediações dos cinturões de Van Allen que simplesmente não permite a penetração dos elétrons de alta energia – a radiação mais perigosa não apenas para os satélites de comunicação e para os astronautas em órbita da Terra, mas também para a própria vida na superfície.

“Esta barreira contra elétrons ultrarrápidos é uma característica surpreendente dos anéis. Nós fomos capazes de estudá-la pela primeira vez porque nós nunca havíamos feito uma medição precisa desses elétrons de alta energia,” disse Daniel Baker, da Universidade do Colorado, que chamou a nova barreira protetora de “escudo invisível tipo Jornada nas Estrelas”.

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Os elétrons de alta energia são bruscamente contidos pelo escudo protetor. [Imagem: D. N. Baker et al. – 10.1038/nature13956]

“É quase como se esses elétrons estivessem batendo em uma parede de vidro no espaço. Mais ou menos como os escudos criados por campos de força em Jornada nas Estrelas eram usados para repelir armas alienígenas, estamos vendo um escudo invisível bloqueando esses elétrons. É um fenômeno extremamente intrigante,” disse Baker.

Partículas espaciais

Ainda não há uma explicação sobre o que e como se forma essa barreira protetora.

A equipe já descartou a ação do campo magnético terrestre que mantém os anéis antirradiação já conhecidos – os elétrons de alta energia são bloqueados à mesma altitude mesmo em pontos onde o campo magnético da Terra é mais fraco -, bem como as ondas eletromagnéticas das transmissões de dados feitas pelo homem e o formato muito pronunciado dos anéis de radiação, que também foi descoberto pelas sondas Van Allen.

Segundo nota emitida pela NASA sobre a descoberta, a explicação mais provável para a constituição do “escudo invisível” são outras “partículas espaciais” ainda desconhecidas ou não detectadas.

Baker e seus colegas elaboraram a hipótese de um gás ionizado chamado plasmasfera, que emitiria ondas eletromagnéticas responsáveis por rebater os danosos elétrons altamente energéticos.

Durante os momentos de grande atividade solar, os dois cinturões se desdobram em três, reforçando a defesa da Terra.

Os tripulantes das missões Apollo, que atravessaram esses cinturões entre 1968 e 1972, reportaram, até com os olhos fechados, flashes luminosos durante a travessia.

Gráfico da NASA apresentando os escudos magnéticos de Van Allen em volta da Terra  e as duas 2 sondas da NASA, também conhecidas como Radiation Belt Storm Probes

Gráfico da NASA apresentando os escudos magnéticos de Van Allen em volta da Terra
e as duas 2 sondas da NASA, também conhecidas como Radiation Belt Storm Probes

Segundo os cientistas, as ondas magnéticas de baixa frequência produzidas pela plasmasfera, tal como o “chiado” em uma transmissão de rádio, seriam as responsáveis por desviar os elétrons de alta energia, “erguendo” o escudo.

Ainda é preciso ver como essa plasmasfera se comporta quando atingida por tempestades geomagnéticas mais intensas.

“Se o Sol eventualmente bombardear a magnetosfera terrestre com uma ejeção de massa coronal, suspeito que ela será capaz de romper o escudo por um período de tempo”, especula Baker.

Em qualquer hipótese, a descoberta confirma mais uma vez a ordem profunda que existe na natureza. Ela também põe em evidencia os sapienciais mecanismos que reconstituem essa ordem quando atingida por fatores mais adversos.

 

Bibliografia:An impenetrable barrier to ultrarelativistic electrons in the Van Allen radiation belts
D. N. Baker, A. N. Jaynes, V. C. Hoxie, R. M. Thorne, J. C. Foster, X. Li, J. F. Fennell, J. R. Wygant, S. G. Kanekal, P. J. Erickson, W. Kurth, W. Li, Q. Ma, Q. Schiller, L. Blum, D. M. Malaspina, A. Gerrard, L. J. Lanzerotti
Nature
Vol.: 515, 531-534
DOI: 10.1038/nature13956
Redação do Site Inovação Tecnológica – 27/11/2014

 

A Natureza não tem preço: capitalismo verde é neocolonialismo

Agora não chegam as caravelas com portugueses, espanhóis, ingleses, franceses e outros do Norte “desenvolvido”. Chegam empresas transnacionais desse mesmo Norte, trazendo a tiracolo os governos de seus países, com propostas “ecologicamente corretas” e carregando em seu bojo a subordinação ainda maior dos povos do Sul. A terra, lastro do capital natural, está sendo comercializada em bolsas de valores. Tal sanha também se estende aos outros elementos da natureza, como o ar, a biodiversidade, a cultura, o carbono – patrimônios da humanidade.

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Essa estratégia, por um lado, está sendo utilizada pelos donos do grande capital, receosos de que fique ainda mais evidente para a humanidade que as catástrofes ambientais não são tão naturais e sim resultado da exploração sem limites da natureza, com o objetivo de engordar seus já polpudos lucros através da cultura do consumo exagerado, imposta com sutileza às sociedades. Por outro lado, apresenta-se como uma saída para a crise mundial pela qual passa o capitalismo – agora travestido de “verde” -, demonstrando sua capacidade de constantemente reciclar-se. É neste contexto que o capital vem apresentando, desde a Eco 92, suas propostas nas convenções do clima até agora realizadas.

O mecanismo de Redução de Emissão por Desmatamento e Degradação (Redd) não diminuirá a poluição. É uma farsa. Na verdade, na melhor das hipóteses, significa trocar “seis por meia dúzia”. As empresas poluidoras dos países ricos do Norte pagarão para os países do Sul e continuarão a poluir. Nesse contexto, povos indígenas estão sendo assediados por Organizações Não Governamentais (ONG) a serviço das empresas do Norte para que firmem contratos cedendo suas terras e florestas para a captura de gás carbônico (CO2).

Com o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), a relação com a natureza passa a ser mercantilista, ou seja, os princípios de respeito do ser humano para com a natureza passam a ter valor de mercado e a ser medidos nas bolsas de valores. O dinheiro resolve tudo, paga tudo.

 Os mecanismos do “capitalismo verde” reduzem a capacidade de intervenção do Estado e dos povos na gestão de suas florestas, bem como de seus territórios, que passam a ter o ônus de viabilizar compensações ambientais massivas em favor da manutenção do insustentável padrão de desenvolvimento dos países ricos e dos em franco desenvolvimento, caso do próprio Brasil.

Mecanismos de compensação para a captura de carbono colocam em risco a própria soberania nacional, através da expansão das transnacionais na consolidação do poder e controle sobre povos e governos, águas, territórios e sementes nos países do Sul, além de modificarem os modos de vida das comunidades locais, que passam a ser tratadas como fornecedoras de “serviços ambientais”.

Os chamados Mecanismos de Desenvolvimento Limpos (MDL) justificam a construção de hidrelétricas por serem estas classificadas nesta categoria. Não é por acaso que tantas estão sendo construídas, muitas atingindo povos indígenas, como é o caso de Belo Monte, Santo Antônio e Jirau.

Ao aceitarem fazer contratos de Redd, as comunidades indígenas obrigam-se a ceder suas florestas por 30 anos, não podendo mais utilizá-las, sob pena de serem criminalizadas. É o “pagador” quem vai definir o que o “recebedor” pode ou não fazer; ficando as comunidades subordinadas às grandes empresas transnacionais e aos governos internacionais.

Esses “contratos de carbono” ferem a Constituição Federal, que garante aos povos indígenas o usufruto exclusivo do seu território. O povo perde a autonomia na gestão de seu território e os recursos naturais são integrados ao mercado internacional.

Trata-se de um novo momento histórico, absolutamente novo, mas com características já vividas em outros momentos: a reterritorialização do capital internacional e desterritorialização dos povos indígenas.

Os povos atrelados a tais contratos são transformados em empregados dos ricos, passando da condição de filhos, cuidadores e protetores da Mãe Natureza (Pacha Mama) para a condição de promotores do capital natural, criando-se assim uma nova categoria: operários da indústria do carbono.

Para os povos indígenas, a terra é mãe, as árvores são os cabelos, os rios são o sangue que corre em suas veias. Para o “capitalismo verde”, os rios são considerados infraestrutura natural e a natureza uma força que precisa ser domada em benefício de um dito progresso, profundamente autofágico, perverso e totalitário.

Exemplos de como se dá a relação dos indígenas com a natureza não faltam. Para os Guarani entrarem na floresta, logo de manhã, rezam e pedem a Nhanderú orientação na direção em que devem caminhar. Redd e PSA transformam a natureza em mercadoria, a gratuidade em obrigação, a mística em cláusula contratual, o bem estar em supostos “benefícios do capital”. É a mercantilização do sagrado e a coisificação das relações humanas em interface com o meio ambiente.

É preciso recuperar a memória da humanidade sobre nossos vínculos com a natureza, expresso no Suma Kawsay (Bem Viver). O meio ambiente e as culturas que vivem em harmonia com ele devem ser as bases para o desenvolvimento humano e das sociedades; não um item da economia de mercado.

Na convivência com os povos indígenas, percebemos que são eles, com seus conhecimentos e sabedoria, as fontes inspiradoras para um outro tipo de modelo de sociedade onde o SER prevalece sobre o TER, respeitando e vivendo em harmonia com a natureza.

O “capitalismo verde” é sinônimo de neocolonialismo. Em pleno século 21, surgem novos “espelhinhos” – os PSA, o REDD -, lembrando a estratégia usada pelos colonizadores no século 16 para conquistar e destruir os povos indígenas, apoderando-se de seus territórios.

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi), após analisar a lógica do “capitalismo verde” – dito sustentável – e suas consequências para as populações mais sofridas e exploradas do planeta, em especial os povos indígenas, quer juntar-se aos demais setores organizados que dizem NÃO à financeirização da natureza, NÃO à “economia verde” e NÃO ao mercado de carbono.

Conselho Indigenista Missionário (Cimi)

COP20, Lima, Peru

Compreender e prever as tempestades solares

Os pesquisadores do Centro Teórica Física (CNRS / Ecole Polytechnique) e do Laboratório de Astrofísica, Interpretação – Modeling (CNRS / CEA / Université Paris Diderot) tem identificado um Evento  chave que  desenvolve as erupções solares.  Usando dados de satélite e modelos, são os cientistas foram capazes de rastrear a evolução do campo magnético solar em uma região ativa e o comportamento eruptivo. Os cálculos foram revelados com  a formação de uma corda magnética emergindo daquele ao qual o sol está associado com o aparecimento de uma mancha solar. Eles mostram que esta estrutura desempenha papel fundamental com as erupções solares. Eles trabalham na APOS ou Road of previsão Tempestade  Solar e seu impacto na Terra e que é relatado no número de outubro da “Nature”.

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As erupções solares são eventos que ocorrem no  Sol . São caracterizados pela emissão de luz e  partículas e, em caso de grandes eventos, pela expulsão de uma bolha de plasma.

A atmosfera do sol é composta por uma série de camadas que incluem o photosphere, o equivalente da superfície do sol e da coroa, a zona exterior, onde  ocorrem as  erupções. Existe um campo magnético nestas camadas que desempenha um papel importante nas chamas solares. No entanto, até agora, as observações não lançarem  luz sobre o mecanismo das estruturas envolvidas, principalmente porque é difícil medir o campo magnético em qualquer ponto do aro extremamente quente e macio.
Um clarão na noite entre 12 e 13 de dezembro de 2006 fez com o Cientistas ter progressos significativos. A região do Sol, onde o surto ocorreu foi de fato observado pelo satélite japonês Hinode. Os dados para o campo magnético na fotosfera, que é a coroa mais fria e mais densa, foram coletadas a partir do satélite e permitiram que os pesquisadores  calcularem a evolução do ambiente magnético da coroa na fase antes e após o alargamento.

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Com base nos cálculos de IDRIS (CNRS), os cientistas demonstraram o aparecimento de uma estrutura característica em forma de uma corda magnética que aparece gradualmente nos dias antes da erupção e é totalmente formada imediatamente antes da erupção. Este resultado é consistente com as observações em photosphere e da coroa: a formação de corda magnética coincide com as variações dos pontos da região e com o aparecimento de erupção de outras estruturas. Os cálculos mostram também que a energia magnética da corda aumenta a medida que emerge a partir do interior do sol.

FlaresGraças a um segundo conjunto de simulações numéricas, os investigadores conseguirem  ver  a evolução do campo magnético na coroa após o aparecimento da corda magnética. Seus resultados mostram que esta estrutura, na verdade, faz com que o flare  é mesmo necessário para o evento: a transição para um evento eruptivo não é possível, desde que ele não é formado. Esta transição é caracterizada com base em vários critérios, incluindo o limiar de energia e uma determinada altitude, acima do qual arqueia a corda magnética tornar-se mais fraca. Se ultrapassar esses pontos críticos, há uma explosão solar.

publicado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os pesquisadores propõem um método que poderia ser útil para prever erupções. Na base dos dados magnéticos, recolhidos em tempo real, e com um conjunto apropriado de modelos numéricos será possível com o tempo, como a meteorologia convencional, para prever o tempo espacial e evitar o impacto das tempestades solares na Terra.

Fonte do artigo = Original  www.sciencedaily.com

ASSIMETRIA N / S dos hemisférios solares

Muitas vezes falei da diferença magnética entre os dois hemisférios do Sol durante o ciclo solar 24.

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Às vezes, a atividade dos hemisférios norte e sul pode ser muito diferente, com uma predominância de um ou outro hemisfério de acordo com regras ainda não compreendidas. Qualquer análise da atividade solar é  incompleta se não se considera esta circunstância. A assimetria manifesta-se não só no número de manchas na sua superfície, mas também com os alargamentos, protuberâncias, faculae, vento solar, etc. O interessante é que há uma consistência em todos estes aspectos, ou seja, quando um hemisfério predomina, faz   em todos os aspectos do negócio.
A existência de uma assimetria N / S muitas vezes leva a uma incompatibilidade entre os dois hemisférios durante em torno do laço, de modo que um dos dois hemisférios atinge o máximo com um ou dois anos mais cedo do que   o outro. Uma característica ao mesmo tempo fascinante e enigmática é que desde o ciclo 12 (cerca de 1875) esta discrepância segue um comportamento periódico: ciclos No. 12-13-14-15 gravou uma prevalência no hemisfério norte, em ciclos n ° 16-17-18-19  houve um predomínio do Sul e nos subsequentes No. 20-21-22-23 houve novamente a prevalência do hemisfério norte.
No gráfico, o índice de assimetria A, é calculada com base na média anual de área de manchas solares desde 1878 até hoje.

O índice de assimetria é definido como   A = (N – S) / (N + S),
um valor positivo representa a prevalência do Norte e vice-versa. As linhas retas são inseridas para melhor destacar a mudança de tendência.
Durante o ciclo 23, o hemisfério norte atingiu o pico em outubro de 2000, enquanto o Sul fez em fevereiro de 2002. Portanto, o comportamento dos últimos três ciclos é   repetido mais uma vez. No ciclo 24, haverá essa mudança na assimetria com o início da prevalência do Sul?
Contanto que o ciclo não está completamente avançado, não podemos dizer nada com certeza. No entanto, a assimetria nos primeiros três anos (2009-2011) tem promovido grandemente o hemisfério norte que registrou um atraso de cerca de um ano de antecedência do Sul. Em 2012, a situação tornou-se bastante equilibrada e ambos os hemisférios tiveram quase o mesmo peso. Desde 2013 temos tido uma grande reviravolta com a prevalência do hemisfério sul. O  2014 confirmou novamente esta reviravolta com a dominância do hemisfério sul em comparação com uma redução da atividade do norte.
Nota também que um período de 8 ciclos de onze anos é muito semelhante ao ciclo Gleissberg de 80-90 anos. Essa característica sugere uma possível relação. Quatro ciclos com uma prevalência no hemisfério norte e os outros quatro com a prevalência do Sul.

SAND-RIO

 

Dezembro 2014: atualização sobre a inversão do ciclo magnético 24

A inversão de polaridade do Sol é feito, principalmente, dentro de um ano a partir da Max Solar. Mas às vezes acontece que existem diferenças significativas na força dos campos polares como para gravar um assíncrono desenvolvimento no tempo. No ciclo 24, está acontecendo exatamente isso.

O campo polar norte mudou a primeira polaridade em Junho de 2012, em seguida, um ano depois, em junho de 2013 foi submetido a um enfraquecimento progressivo que o levou a neutralidade em março de 2014. As atualizações mais recentes do WSO mostram um reboot claro no hemisfério norte que traze de volta em poucos meses, com o predomínio do sinal positivo.

Desde a última atualização do Observatório Solar Wilcox em campos polares do Sol, ficamos a saber que na verdade o alegado contra-inversão do hemisfério norte, na verdade, deteriorou-se consideravelmente. Os valores negativos tinham chegado a  -5 mas foram gradualmente revistos com um ajuste contínuo em torno de zero. Neste ponto, não é correto falar de contra-inversão mas  de NEUTRALIDADE do hemisfério norte. O hemisfério sul em vez procede sem demora com o sinal negativo após a mudança de polaridade de Julho de 2013.

CICLO SOLAR…. maluco. Estamos vindo coisas que nenhum havia visto antes.

SAND-RIO

Relatório Mensal ATIVIDADE SOLAR CICLO 24: novembro 2014

A atividade solar em novembro fecha contando o SSN (suavização de Sunspot Number, ou seja, o valor médio mensal de contagem de manchas solares) para 70,1 (a SILSO oficial, o Índice de Sunspot e observações solares de longo prazo, centro de recolha dados do mundo, na Bélgica). Em comparação com o mês de outubro, que tinha fechado com um SSN de 60,6, houve um aumento substancial de 9,5 pontos.

Separando a contagem dos dois hemisférios, o hemisfério norte fechou o mês de novembro, com um aumento de 28,1 RN em relação a outubro, quando ele saiu com um SSN de 13,7, em seguida, um aumento de 14,4 pontos .

O hemisfério sul, em novembro fecha com a RS de 42 anos, um ligeiro decréscimo em relação a outubro, quando ele virou um SSN para 46,9, em seguida, uma diminuição de 4,9 pontos.

Valor absoluto do ciclo de 24 anos, em fevereiro de 2014, com um SSN mensal (Smoothed Sunspot Number) de 102,8.

Nesta altura, a energia solar é máxima, em Abril de 2014, com um SSN (como mediado nos últimos 13 meses) para 81,9 pontos. Depois, em abril 2014 continua a ser um candidato para se tornar o Max Solar deste ciclo 24.

E chegamos a outro índice Solar, um dos mais importantes, se não o mais importante na atividade do sol: O fluxo solar!

O mês de novembro fechou em 154,8 (dados oficiais NOAA), estável em comparação com o final de outubro, quando ele saiu de 153,4 pontos, e com um ligeiro aumento de 1,4 pontos.

Máximo absoluto de ciclo de 24, em fevereiro de 2014, com um valor de Flux Solar de 170,3 pontos.

O Índice de AP em Novembro fecha estável a 8,9 pontos. O mês de outubro havia fechado para 8,6 pontos, em seguida, um aumento de 0,3 pontos.

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http://solen.info/solar/

Por fim, um detalhe de pequena importância, abrangendo fundamental reconstruído com as contagens do passado, repetidamente sublinhado e reconhecido publicamente até mesmo pelo órgão responsável pela contagem de manchas solares.

O sistema adotado contemporâneo é completamente equivocado e longe de qualquer realidade com a contagem do passado, por razões óbvias de melhoria da instrumentação cada vez mais avançados e sofisticados e com melhor resolução do que anteriormente utilizada. Por esta razão, eu acredito que as contagens não são comparáveis ​​aos do passado, portanto, não comparável com qualquer ciclo, se não com o último da era moderna.

É por isso que  para uma informação mais completa, serão relatados a cada mês o resultado da contagem do Conde Sunspot do Layman (dirigido por Geoff Sharp), método adotado para melhor comparação com a contagem de ciclos do passado.

O LSC em novembro é uma contagem de 36,97 pontos, enquanto o SILSO encerra o mês de novembro para 70,1 pontos.Então LSC em novembro é de 33,13 pontos bem abaixo do SILSO oficial dados de contagem.

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http://www.landscheidt.info/?q=node/50

PEQUENAS ERUPÇÕES VULCÂNICAS PODERIAM ABRANDAR O AQUECIMENTO GLOBAL

Pequenas erupções vulcânicas podem ejetar mais de um gás de refrigeração  na atmosfera superior da Terra mais do que se pensava, potencialmente contribuindo para a recente desaceleração do aquecimento global, de acordo com um novo estudo.

O vulcão Sarychev Peak, em Matua Island, entrou em erupção em 12 de junho de 2009. Uma nova pesquisa mostra que as erupções deste tamanho podem contribuir mais para a calmaria recente aumento da temperatura global do que se pensava anteriormente.  Crédito: NASA

Os cientistas sabem há muito tempo que os vulcões podem esfriar a atmosfera, principalmente por meio de gás sulfuroso que as erupções expelem. Gotículas de ácido sulfúrico que se formam quando o gás combina com o oxigênio na atmosfera superior podem permanecer por muitos meses, refletindo a luz solar a distância da Terra e baixando as temperaturas. No entanto, pesquisas anteriores haviam sugerido que relativamente pequenas erupções – na metade inferior de uma escala utilizada para avaliar “explosividade”dos vulcões  -não contribuirom muito para esse fenômeno de resfriamento.

Agora, novas medições subterrâneas, de ar e de satélite mostram que as pequenas erupções vulcânicas que ocorreram entre 2000 e 2013 tem desviado quase o dobro da quantidade de radiação solar estimado anteriormente. Ao bater a energia solar recebida de volta para o espaço, as partículas de ácido sulfúrico de estas erupções recentes poderiam ser responsável pela diminuição da temperatura global por 0,05-0,12 graus Celsius (0,09-,22 graus Fahrenheit) desde 2000, de acordo com o novo estudo aceito para Geophysical Research Letters , uma revista da American Geophysical Union.

Estes novos dados poderiam ajudar a explicar por que aumentos na temperatura global tem diminuído ao longo dos últimos 15 anos, um período chamado de “hiato de aquecimento global”, segundo os autores do estudo.

O ano mais quente já registrado é de 1998. Depois disso, a subida íngreme nas temperaturas globais observadas ao longo dos 20 th século apareceu a se estabilizar. Os cientistas já sugeriram que a atividade solar fraca ou absorção de calor pelos oceanos poderia ser responsável por esta trégua no aumento da temperatura, mas só recentemente eles pensavam que pequenas erupções vulcânicas podem ser um fator.

Projeções climáticas normalmente não incluem o efeito de erupções vulcânicas, como esses eventos são quase impossíveis de prever, de acordo com Alan Robock, climatologista da Universidade Rutgers em New Brunswick, NJ, que não esteve envolvido no estudo. Só as grandes erupções na escala do cataclísmico erupção de 1991 do Mount Pinatubo  nas Filipinas, que ejetados cerca de 20 milhões de toneladas métricas  de enxofre, foram pensadas para impactar o clima global. Mas de acordo com David Ridley, cientista atmosférico no Instituto de Tecnologia de Massachusetts em Cambridge e principal autor do novo estudo, os modelos climáticos clássicos não foram somando.

“A previsão de temperatura global a partir dos [últimos] modelos indicando que continuar forte o aquecimento pós-2000, quando, na realidade, a taxa de aquecimento diminuiu”, disse Ridley. Isso significava para ele que uma peça do quebra-cabeça estava faltando, e ele achou na intersecção de duas camadas atmosféricas, a estratosfera e a troposfera – a camada mais baixa da atmosfera, onde todas as condições meteorológicas ocorre.E ssas camadas se encontram entre 10 e 15 quilômetros  acima da Terra.

Tradicionalmente, os cientistas usaram satélites para medir gotículas de ácido sulfúrico e outras muitas  partículas em suspensão, ou aerossóis, que vulcões em erupção vomitam na estratosfera. Mas as nuvens de vapor de água comuns na troposfera pode frustrar a coleta de dados abaixo de 15 km, disse Ridley. “Os dados de satélite faz um ótimo trabalho de monitorar as partículas acima de 15 km, o que é bom nos trópicos. No entanto, para os pólos estamos perdendo mais e mais das partículas que residem na baixa estratosfera que podem chegar a até 10 km “.

Para contornar esta situação, o novo estudo de observações combinadas com subterrâneas, ar e instrumentos espaciais para observar melhor os aerossóis na porção inferior da estratosfera.

Quatro sistemas LIDAR tem medidos a luz laser saltando fora dos aerossóis estratosféricos para estimar as concentrações das partículas, enquanto um contador de partículas e de satélite balão-carregadas conjunta  os dados fornecidos com controlos cruzados nas medições Lidar.Uma rede global de sol-fotômetros baseados em terra, chamado AERONET, também detecta os aerossóis através da medição da intensidade da luz solar que atinge os instrumentos. Juntos, esses sistemas de observação fornecerom uma imagem mais completa da quantidade total de aerossóis na estratosfera, de acordo com os autores do estudo.

Incluindo estas novas observações em um modelo climático simples, os pesquisadores descobriram que as erupções vulcânicas reduzem a energia solar recebida pela -0,19 ± 0,09 watts de luz solar por metro quadrado da superfície da Terra durante o “hiato do aquecimento global”, o suficiente para baixar as temperaturas da superfície global por – 0,05 graus Celsius. Por outro lado, outros estudos têm mostrado que a erupção de 1991 do Pinatubo tem repelido sobre 3-5 watts por metro quadrado em seu pico, mas gradualmente  se reduziu para níveis de fundo nos anos seguintes à erupção. O sombreamento de Pinatubo correspondeu a uma queda de 0,5 graus Celsius da temperatura global.

Robock disse que a nova pesquisa fornece a evidência de que pode haver mais aerossóis na atmosfera do que se pensava anteriormente. “Esta é uma parte da história sobre o que tem vindo a impulsionar a mudança climática nos últimos 15 anos”, disse ele. “É a melhor análise que tivemos dos efeitos de um monte de pequenas erupções vulcânicas sobre o clima.”

Ridley disse que espera que os novos dados vai fazer o seu caminho para os modelos climáticos e ajudar a explicar algumas das inconsistências que os cientistas do clima têm notado entre os modelos e o que está sendo observado na realidade do clima.

Robock advertiu, no entanto, que os instrumentos Aeronet terrestres que os pesquisadores tem utilizados foram desenvolvidos para medir aerossóis na troposfera, e não a estratosfera. Para construir os melhores modelos climáticos, disse ele, um sistema de monitoramento mais robusto para os aerossóis estratosféricos terá de ser desenvolvido.

http://news.agu.org/press-release/small-volcanic-eruptions-could-be-slowing-global-warming/

A mudança climática é real decepção

Os defensores da teoria do aquecimento global causado pelo homem dizem que a desinformação espalhada por céticos é generalizada, e que o público em geral está sendo propositadamente enganado por eles. O público está sendo enganado, mas não pelos céticos. O público é freqüentemente enganado na direção oposta por reportagens regulares de serviços de notícias confiáveis ​​internacionais. Uma história Reuters de Pequim intitulado ” A mudança climática alimentado tempestades, elevação dos mares custar China $ 2,6 bilhões em 2013 “é um exemplo típico.

A Reuters relata em um relatório dos danos causados ​​por tempestades lançado em 19 março de 2014 por a Administração Estatal Oceânica da China (SOA).

Repórteres Stian Reklev, Kathy Chen e editor Michael Perry em seguida, acrescentou novos fatos e outros alterados eles erroneamente afirmam são do relatório SOA.

Indexados à mudança crescentes, mares mais quentes do clima causar tempestades mais frequentes e tufões, zonas costeiras inundadas, contribuem para a erosão costeira e salinate das terras, disse a SOA
– Reuters, elevação dos mares custar China $ 2,6 bilhões em 2013 , 2014/04/20

Reuters credita erroneamente estas reivindicações ao novo relatório SOA:

  • Mudanças climáticas induzidas pelo Homem provoca tufões chineses mais freqüentes
  • A mudança climática em 2013 fez  ondas de tempestade piores
  • 2013 mudanças do nível do mar foram causados ​​por mudanças climáticas
  • Temperaturas costeiras da China subiram 0,34 ° C por década desde 1980
  • As temperaturas da superfície do mar aumentou 0,18 graus por década

Algumas dessas declarações, sem dúvida, são verdadeiras. O que não é verdade, porém, é que essas afirmações foram feitas no relatório de SOA, como foi afirmado pela Reuters.

O relatório original SOA, ” O 2013 do nível do mar e do oceano desastres boletim “(em chinês), desde que o material fonte para a Reuters ‘globalmente história distribuído. Bloomberg Tecnologia Número de , ao contrário da Reuters, inclue um link para o relatório de língua chinesa na sua reedições.

O relatório do SOA pode ser facilmente traduzido- em Inglês usando o Google Translate .

O relatório anual SOA é um relatório de danos de tempestade padrão nada-mas-os-fatos do governo central. Ela não diz que o aquecimento global induzido pelo homem causou nada disso. A Reuters adicionou tudo isso. Na verdade, SOA nunca sequer menciona  os termos ‘mudança climática’ ou “aquecimento global”.

A Reuters e o relatório de SOA não concordam com estes detalhes:

  • 2013 tempestades na China causou danos materiais custando 16,4 bilhões de yuan
  • 2013 tempestades mataram 121 pessoas
  • Província de Guangdong foi a mais atingida, causando 7,4 bilhões de yuan em danos
  • Tempestade causou 94 por cento da destruição
  • China tem uma média de 2,9 milímetros por ano de aumento do nível do mar desde 1980

O que provoca alterações no nível do mar na planície chinesa?

A Reuters inclui apenas uma citação direta de SOA. Lê, “Temperatura do mar, temperatura do ar, pressão atmosférica e as monções são as principais causas dos irregulares mudanças do nível do mar “. A última parte se traduz de forma ligeiramente diferente no Google Translate como ” causas importantes (de) mudanças anormais no nível do mar “.

A sutil diferença é importante por duas razões:

  1. SOA reporta tanto em queda e aumento do nível do mar no seu relatório
  2. Deformação do terreno é uma das principais causas de chineses mudanças do nível do mar de várzea

Ao contrário da crença popular, nem todos elevação do nível do mar é causado pelo derretimento das calotas polares, geleiras e oceanos quentes. A maior parte é, mas não todos. Afundando massas, chamados ‘afundamento’ pelos cientistas, é uma causa subnotificados em algumas regiões, incluindo a China.

Um marco 1995 avaliação nacional por três cientistas chineses da Universidade de Pequim concluiu que na China “aluimento natural ocorre em todas as planícies costeiras e isso é muitas vezes agravada por retirada excessiva de água subterrânea”.

Eles apontam que a partir de 1983-1988 o Tianjin planícies leste de Pequim afundou 350 milímetros (50 mm / ano) devido à subsidência. Isso é mais de 15 vezes mais do que a mudança causada pelo aquecimento global.

Os pesquisadores ainda disse que em 20 a 40 anos o tempo que poderia haver um metro de elevação do nível do mar relativo nas planícies Tianjin, sem qualquer alteração nos níveis globais do oceano em tudo. Em outras palavras, Tianjin está afundando no oceano!

Outras terras baixas estão afundando a. A subsidência é por isso que o nível do mar de terras baixas chinesas estão subindo mais rápido do que a média global.Quanto da China nível do mar aumento é devido à subsidência e quanto devido ao aquecimento global continua a ser uma questão em aberto.

Oceanos são responsáveis ​​por cerca de três mm / ano de aumento do nível do mar a nível mundial, de acordo com as medições por satélite.

O SOA reporta tanto sobe e desce do nível do mar de várzea em 2013. Em alguns lugares, o nível do mar subiu tanto de 180 mm acima dos níveis de 1980. Em outros lugares de baixa altitude do nível do mar recuou tanto quanto 45 mm de só 2013. Isso é consistente com a deformação da terra ser um dos principais motores do chinês mudança do nível do mar, em vez de o aquecimento global.

Costeira aumento de temperatura, desconfiado alta

Apesar da afirmação da Reuters, o SOA não informou que as temperaturas costeiras aumentou 0,34 ° C / década. SOA não forneceu quaisquer dados de temperatura de todo. Esse número veio de outro lugar.

Se for verdade, o aumento da temperatura do litoral da China desde 1980 é 1,12 graus. Isso é o dobro da quantidade de aquecimento do resto da Terra no mesmo período de tempo.

Aquecimento Costeiro equivale a 32 por cento mais do que toda a terra experimentou ao longo dos últimos 133 anos, desde 1880. É regionalmente possível, mas improvável, devido ao aquecimento global. Efeito de ilha de calor urbano nas planícies densamente povoadas é uma causa mais provável.

Conclusões

A Reuters converteu um governo chinês relatório de danos tempestade seca em mais um aviso do aquecimento global que ganhou as manchetes internacionais. É um exemplo típico de sensacionalistas-media mudança climática exagero.

O SOA não culpo 2013 danos causados ​​por tempestades e / ou alterações do nível do mar sobre o aquecimento global causado pelo homem. SOA relata 2013 foi um ano acima da média para os danos, mas quase metade veio de apenas um tufão chamado Usagi.

De acordo com TropicalStormRisk.com de 2013 foi um pouco abaixo da média temporada tempestade com uma ACE de 268 em comparação com uma média de 295 ACE, incluindo até mesmo super-tufão Haiyan que matou mais de 6.500, nas Filipinas.

Para fazer parecer que a China está lutando por uma resposta ao enorme 2,013 danos Reuters concluindo parágrafo diz: “A China também pretende reduzir suas emissões de gases de efeito estufa por unidade do PIB para 40-45 por cento abaixo dos níveis de 2005 até 2020.”

A afirmação é factualmente correcta. É um velho, promessa não cumprida China fez na ONU cúpula do clima de Copenhague de 2009. As emissões de gases do efeito da China aumentaram 25 por cento 8-10 bilhões de toneladas desde 2009.As emissões de gases do efeito da China hoje são níveis dobro de 2005. China tem feito pouco para reduzir as emissões de efeito estufa.

O público em geral está sendo enganado sobre a mudança climática, mas não pelos céticos. Em vez disso, o público está sendo ludibriado por agências de notícias convencionais.

NOVO ESTUDO DIZ QUE OS OCEANOS NÃO ESTÃO ESCONDENDO O CALOR.

Um novo estudo, publicado 05 de outubro de 2014 na Nature Climate Change , descobriu que nas profundezas do oceano (abaixo de 2000 metros) houve um arrefecimento  entre 2005 e 2013, eliminando-se assim a desculpa conveniente a teoria da CAGW ( aquecimento global antropogênico catastrófico ) ‘no calor perdido “, que muitos cientistas OU MELHOR PSEUDOCIENTISTAS acreditam  teria permanecido escondido nas profundezas dos oceanos.

Segundo os autores, este resfriamento do oceano profundo foi causada por uma diminuição no nível global do mar de -0,13 mm / ano a mais no período entre 2005 e 2013.

Como alguns cartões tem publicado na época, agora se decretou que esta é uma inversão clara do que nós continuamos a afirmar hoje, aqueceminto acabado nas profundezas dos oceanos, que foi registrada no período entre 1990 e 2005, resultado que levou a uma aumento no nível do mar de 0,11 mm / ano durante todo o período, mas isso foi uma reviravolta a partir de 2005, e se dirigiu para um profundo arrefecimento das águas oceânicas e uma contribuição negativa no nível da água. Portanto, não há nenhuma evidência de que o “calor perdido” que os ativistas warmists, promotores de CAGW, sempre tentarem justificar a falta de calor  que pegou um elevador para descer  nas profundezas dos oceanos, como é reivindicado hoje.

Embora o conteúdo de calor nas camadas superiores dos oceanos tem sido ligeiramente aquecido 0,09 ° C nos últimos 55 anos (Levitus et al 2012) , mesmo isso não é suficiente para explicar a suposta CAGW e justificar o “calor perdido” que se seguiria. Portanto, o calor é ausente, tanto em águas de superfície do que nos oceanos profundos.

Em terceiro lugar, uma vez que não houve aquecimento estatisticamente significativo do clima (troposfera), durante os últimos 18-26 anos , durante a chamada “quebra de aquecimento”, o calor também está faltando na baixa atmosfera.

Então, neste momento temos apenas uma conclusão inevitável: O “calor perdido” está longe de ser encontrado na atmosfera ou nos oceanos, então, ou se dissolve no espaço, ou nunca existiu (exceto nos modelos de brinquedos de computador do IPCC).

Finalmente, as medidas extrovertidas de radiação de ondas longas no espaço (as emissões de gases infravermelho) têm aumentado ao longo dos últimos 62 anos , no entanto, não é diminuída, como previsto pelos modelos, com o crescimento de gases de efeito estufa.

http://hockeyschtick.blogspot.it/search?q=trenberth%27s+missing+heat&max-results=20&by-date=true

DESCOBERTA: CO2 usada para fazer gasolina.

A Síntese de combustível  da empresa  AR Stockton-on-Tees, a partir de agosto, produziu em uma refinaria pilota   cinco litros de combustível a partir de dióxido de carbono. Ele espera ser capaz de se expandir em grande escala ao longo dos próximos dois anos para produzir uma tonelada por dia. Um ponto de viragem para a crise de energia, o que também pode reduzir o hipotético aquecimento global causado pelo CO2, com boa paz dos fanáticos da igreja aquece mentista?

http://www.airfuelsynthesis.com/home.html

"Gasolina criado ar limpo" Há um sucesso britânico

Capturar  dióxido de carbono do ar que respiramos todos os dias e transformá-lo em combustível, ao eliminar um dos principais gases de efeito estufa produzidos pela queima de combustíveis fósseis. Muito bom para ser verdade?O golpe, que poderia resolver a crise de energia e ajudar a reduzir o aquecimento global, é isso que conseguiu uma pequena empresa britânica. Em uma pequena refinaria pilota, a empresa Air Síntese Combustível  Stockton-on-Tees, em agosto de fato produziu cinco galões de gasolina utilizando dióxido de carbono e vapor de água, demonstrando sua viabilidade.

E, nos próximos dois anos, acredita-se ser capaz de se expandir em escala comercial, atingindo a produção de uma tonelada por dia.

TimplusCo2tank

O  Independent “ , em um serviço exclusivo, que o jornal e o site tem dedicado a abrir, fala de “marco “na estrada na corrida para energia limpa,” O santo graal da economia verde. ” A descoberta foi anunciada pelo CEO da empresa, Peter Harrison durante uma conferência em Londres. “Nós fizemos que o dióxido de carbono do ar e o hidrogênio a partir de água e temos transformado em combustível”, disse Harrison à frente do ‘ Instituição de engenheiros mecânicos em Londres.

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O gás que pode ser armazenado, transportado e também utilizado nos motores atualmente em utilização, embora não contendo aditivos que são encontrados em combustíveis tradicionais. A gasolina nova “limpa” pode ser usada, portanto, sem a necessidade de nova infra-estrutura dispendiosa. Nós ainda estamos nos estágios iniciais, mas é tudo verdade, garante ao jornal britânico Tim Fox, que dirige o Departamento de Energia  do I instituto de engenheiros mecânicos em Londres. Os princípios são conhecidos, ele disse, mas o ponto de viragem é em ter eles juntos “, provando que você pode fazer e que funciona.”

Equipment

O potencial, de acordo com a empresa, eles são enormes e podem mudar para sempre o cenário econômico e meio ambiente do mundo. Na fase inicial é utilizada a energia da rede nacional, mas, no futuro, você pode tirar vantagem de outras fontes de energia renovável, o vento e as marés. O futuro é distante? Não é verdade. A expectativa é produzir combustível usando energia renovável em grande escala até o final de 2015.   Atualmente o sistema para extrair o dióxido de carbono do ar para criar combustível ainda é muito caro, eles falam de 400 libras para capturar uma tonelada de CO2. Mas, uma vez que os custos serão cortados, como sempre aconteceu no tempo para as novas tecnologias, o milagre pode estar na mão.

Viva o CO2….. ahahahahah!

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