Gelo Artico: O ponto mais alto nos últimos três anos

Desesperados para manter o seus financiamento$$$$$ adequado$$$$, especialistas em clima continuam a insistir que o Ártico apresenta anormalidades muito quentes, então consequentemente o Gelo ártico derrete rapidamente.

 

Se em vez disso, olhamos como de costume  no site (não politico) de meteorologia da DMI, nota-se que a presença de gelo ainda é comparável aos anos anteriores, mesmo com um aumento no último período, como mostrado no gráfico, o oposto do que querem que vocês  acreditem. Em ultima análise, o gelo do mar Ártico nos últimos tempos está crescendo muito rápido, e é agora superior ao dos anos 2015 e 2016.

Mar e gelo Serviços | Danmarks Meteorologiske Institut

Além disso, se olharmos para o gráfico atualizado para o 23 de janeiro de 2017 do National Snow and Ice Data Center (NSIDC), podemos ver como a medida do gelo ártico não se afasta muito da média 1981-2010.

nsidc.org/data/seaice_index/images/daily_images/N_daily_extent.png

Por último, mas não menos importante,  as geleiras da Groenlândia, de acordo com a Organização Meteorológica Dinamarquês (DMI), estão varrendo todos os registros para o «aumento de gelo neste inverno, e ganhou quase 450 bilhões de toneladas de gelo de 1 de Setembro de 2016 até o 20 de janeiro 2017.

Greenland Ice Sheet Superfície Orçamento Massa: DMI

As pessoas não percebem que o aquecimento global poderia ser a maior fraude na história da ciência.

Enfim para ver quanta neve caiu até agora na Europa e comparação com a chuva.

O projeto GlobSnow  é financiado pela ESA e desenvolvido por um consórcio de Finnish Instituto de Meteorologia (FMI), ENVEO IT GmbH (Áustria), GAMMA Sensoriamento Remoto (Suíça), Norwegian Computing Center, Instituto do Ambiente finlandês (SYKE), e Meio Ambiente do Canadá (CE). Seu objetivo é produzir estimativas baseadas em sensoriamento remoto e corrigidos com base as medições feitas no terreno do nível de neve do hemisfério Norte, expresso como uma extensão (SE) e como  água SWE equivalente). A documentação sobre o projeto podem ser encontradas no presente documento disponível para o site da OMM .

Saliento em primeiro lugar que a http://www.globsnow.info/se/nrt/ e com referência à cobertura de neve fracionário (SFC) tem os seguintes produtos cartográficos, respectivamente, para a Europa e o hemisfério norte e o período de 2010 até o presente:

  • Diário Fractional Neve Cover (DFSC): fração de Neve (%) para a célula da grade com base em todos os satélites passa um determinado dia
  • Diariamente 4 classes de cobertura de neve (D4SC): cobertura de neve classificada em quatro categorias para a célula grade com base em todos os satélites que passam um determinado dia
  • Semanal agregada Fractional cobertura de neve (WFSC) obtido por todos os satélites que passam por um período de 7 dias da agregação dos produtos diários. Disponível a cada dia com base em uma janela de tempo em movimento, dando mais peso a mais observações recentes
  • Mensal agregado Fractional cobertura de neve (MFSC) para todos os satélites passam sobre uma fonte do mês média, desvio padrão, mínimo e máximo do SFC.

Os produtos com o equivalente em neve água (neve de água equivalente SWE) e a anomalia 2016-2017, no valor de queda de neve

Os dados sobre a neve/ água equivalente pode ser encontrada em http://www.globsnow.info/swe/ .

Entre eles, apontam, em particular, que o diretório http://www.globsnow.info/swe/GCW/ são diagramas produzidos pelo serviço meteorológico finlandês que ilustram as tendências de inverno que estão sendo comparados com a norma (média 1982-2012 ) e com a variabilidade da banda relativa (+/- um desvio padrão).

É surpreendente que a neve do inverno em andamento no hemisfério norte é anormalmente elevada, no sentido  que é  superior a um desvio padrão da média de longo prazo. Se formos ver a figura que refere-se a 20 de Janeiro (Figura 1) De fato, notamos que os pontos vermelhos correspondem às estimativas são consistentemente de valores anormalmente elevados desde o início da temporada de inverno. Ou seja temos muito mais neve esse inverno no hemisfério norte… e pensar que alguém pouco tempo atras falou que a neve seria só uma lembrança…. Mas os idiotas de plantão  já falam que a quantidade superior de neve é causada pelo aquecimento global… se é assim esperamos em mais aquecimento para ter uma nova pequena era de gelo que já iniciou, e os dados estão aqui.  

 

Figura 1 – A cobertura de neve nos produtos Hemisfério Norte de projeto da ESA Globsnow (2016-2017 dados comparados com a norma).

As raízes da anomalia positiva poderíamos pressupor que a causa seja La Niña, que está baixando na forma de precipitação o excesso de água deixado na atmosfera a partir do último episódio de El Niño. Mas este debate é mais aberto do que nunca.

SAND-RIO

 

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15 Comments

  1. A.C. Guirro
    Posted 30 janeiro 2017 at 12:11 AM | Permalink

    Interessantíssimo! Mas como podemos diferenciar entte variação de “tempo” (… “3 anos”) e variação climática?
    Sou geólogo, não entendo isso em detalhe.
    Pode-se tirar alguma conclusão em relação ao clima com base numa série temporal de três anos?
    Grato!

  2. marcio pinto
    Posted 30 janeiro 2017 at 7:25 PM | Permalink

    Interessante a observação do Sr. Guirro. Isso me faz lembrar umas notícias sobre anos mais quentes de sempre. Fico pensando o que significa mesmo na prática dizer que um ano é o mais quente de sempre ou uma sequencia de 3 anos é a mais quente de sempre, mesmo isso sendo verdade? Acho que nada. uma vez que que os graficos de temperaturas globais ao londo do tempo estão cheio de “altos” e “baixos”.

  3. Leandro Leite
    Posted 30 janeiro 2017 at 8:45 PM | Permalink

    Espero que o El Niño não reincida em 2017, nem ao menos ameace reincidir, pra que tenhamos um remake do inverno de 2013, com neve com acumulação no Sul e temperaturas de um dígito com neblina no Mato Grosso, por enquanto as previsões para o Pacífico ainda são favoráveis a frio intenso no Brasil.

  4. A.C. Guirro
    Posted 30 janeiro 2017 at 10:33 PM | Permalink

    OK. Li.
    Well… Me parece que, vendo gráficos do climate4you (autor é dinamarquês), temperatura média global (dados de satélite) subiu ligeiramente entre 1980 e 1998.
    18 anos!
    Entre 1998 e 2016 ficou praticamente estável, pois, na média (regressão linear), dá praticamente uma reta horizontal em função dos anos.
    Mais 18 anos.
    18 + 18 = 36

    36 anos!
    Apenas 36 anos!!!

    Estamos analisando “weather” ou “climate”?

    Me parece que essa sequência temporal de apenas 36 anos é apenas “weather”!

    Prá que tanta polêmica com “Climate Chance” ????

    O “CC” do IPCC é justamente “Climate Change”…

  5. A.C. Guirro
    Posted 30 janeiro 2017 at 10:41 PM | Permalink

    Eu, de novo… Me baseio em dados de satélite porque o gráfico com dados de termômetros me parece ser altamente questionáveis… Ilhas de calor em áreas urbanas podem interferir nas medições.

  6. A.C. Guirro
    Posted 30 janeiro 2017 at 11:16 PM | Permalink

    Pergunta mais apropriada:

    QUEM (INSTITUTO) CALCULA A TEMPERATURA MÉDIA GLOBAL?

    QUEM FISCALIZA O VALOR CALCULADO??

    QUEM HOMOLOGA O RESULTADO???

  7. A.C. Guirro
    Posted 31 janeiro 2017 at 12:01 AM | Permalink

    Prezado SandCarioca. Eu conheço modelos de simulação numéricos. Trabalho com isso. São estocásticos (probabilísticos). Exigem uma simplificação ENORME para poder simular um fenômeno complexo, seja um reservatório de petróleo (meu caso) ou comportamento climático! Muito mais complexo! Estupidamente complexo!

    Mas Temperatura Média Global Anual é um dado determinístico!
    São esses valores numéricos que aparecem nos gráficos de “Climate Change”…
    Quem os calcula? A WMO (World Meteorological Organization) ???

    Quem fiscaliza o cálculo?

    Como podemos ter certeza de que a temperatura média global está subindo ou descendo???.

    Isto é o básico do básico!

    Obrigado!

  8. Antonio Gomes
    Posted 7 fevereiro 2017 at 11:56 PM | Permalink

    Legal como a mentira tem pernas curtas. Pode até ser escondida por um tempo. Mas contra fatos não há argumentos.


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