O CICLO solar 24 atingiu o seu máximo?

É uma pergunta que todos os cientistas e amadores está colocando.
Este ciclo estranho e fascinante 24 tem impaled um grande número de cientistas, incluindo a NASA.
Para a resposta a uma pergunta tão difícil, você precisa fazer neste momento um salto atras e voltar no tempo e analisar cuidadosamente como um ciclo solar evolui a partir de seu mínimo ao máximo e compará-lo com o atual.
Quando um novo ciclo solar começa, sua atividade é fraca. Manchas solares  pequenas espalhadas aparecem na fotosfera, enquanto os buracos coronais são permanentemente colocada nos pólos da estrela.
Depois, gradualmente, as manchas começam a alinhar-se na  latitudes médias e lentamente  e gradualmente caem mais perto do equador. O processo tende a aumentar gradualmente em número e extensão, o que eleva a atividade magnética da estrela.
O período que decorre entre um solar e um solar max min é de 4 anos ou mais.
Quando  chega ao estágio máximo da energia solar o centro do magnetismo está concentrado perto do equador e das Coronal Holes  que por sua vez tendem a se sair no centro da estrela.
Agora vamos analisar como  o ciclo 23 evoluí a partir de 1996  até  2000 neste vídeo You Tube:

Neste vídeo é claro que o máximo é alcançado precisamente quando as manchas solares  no hemisfério sul e no hemisfério norte estão no ponto mais próximo do equador.
AGORA É MESMO REVERSE MAGNÉTICO. E MUDA O CICLO.

Bem, agora que já vimos como o ciclo 23 evoluiu, passamos a analisar como è o atual ciclo 24 e tentar compreender o estado evolutivo é assistir a esses vídeos no YouTube de  junho de 2011 relacionadas com Manchas  e CHS:

A partir destas duas belas filmes  deixam claro que há uma discrepância significativa entre o hemisfério norte e sul, no sentido de que o Norte atingiu o seu máximo e o sul está muito atrás. A posição das  CHS é transequatoriale no entanto, e isso é típico de um  máximo solar.

Esta situação é muito paradoxal, no sentido de que os desenvolvimentos futuros continuam muito incertos.

CONCLUSÕES

A forte divergência entre os dois hemisférios irá produzir dois máximos  solares  distintos: 1. Atual, no hemisferio norte do Sol  entre 2011 e 2012, e o proximo  em outro no hemisfério  sul entre 2013 e 2014
A estrela, no entanto, deve fazer a transição delicada  da ‘ inversão magnética, mas em um contexto como o presente com as regiões do hemisfério sul, longe do equador,  o inverso é quase impossível de acontecer e, sem uma reversão magnética, há uma possibilidade distinta que a estrela cai em um estilo de Mínimo de Maunder profundo.

GIORGIO Malavolti

http://www.daltonsminima.altervista.org/

SAND-RIO

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