Coitada BP… muita economia verde a base do derrame de petroleo!

O presidente Barack Obama, é na procura de alguém para chutar nas bundas para o derramamento de óleo no Golfo do Mexixo. A sua histeria não é apenas um sinal de inadequação è tambem uma falsa consciência. Ao longo dos anos, a BP tem feito de tudo para retirar a sua imagem a partir do óleo feio e sujo (mesmo mudando o nome da British Petroleum para Beyond) financiado movimentos ecológicos e políticos vizinhos (incluindo Obama). Foi um modelo de empresa “socialmente responsável e ambientalmente amigável.” Para o engajamento no lobby do ambiente, talvez a Enron ea Lehman Brothers ter excedido.

O que estamos testemunhando, então, é uma lição de cultura industrial, economia política, e collateralism entre política e negócios. Os pontos de contacto entre o petroleiro bom BP, o símbolo dos escândalos Enron dos anos noventa, e Lehman ícone da crise financeira são muitos. Não é que a BP está à beira do fracasso: é sólida, no maximo corterá os dividendos. Não se pode, contudo, ignorar o que aconteceu no 20 de abril, que matou 15 trabalhadores, é pelo menos o terceiro acidente grave em poucos anos: em 2005, uma explosão na refinaria de Texas City com 14 vítimas, em 2006 por um derramento no ” oleoduto em Prudhoe Bay (Alasca) derramou quase um milhão de litros de petróleo bruto. Antes e depois, houve pequenas falhas.

Coincidências? Difícil de acreditar, sobretudo considerando que as companhias de petróleo tendem a ter uma atenção obsessiva de segurança (por medo de perdas financeiras e de reputação). BP é a exceção, é um curioso caso de corte de custos e terceirização insana: a investigação independente encontrou recorrentes negligências. O problema é mais profundo. O culpado tem um nome: Lord Browne, o todo-poderoso que caiu em desgraça em 2007, que deixou à fazenda ao “pobre” Tony Hayward devastadas de habilitades. Paradoxalmente, a mesma caça ao responsavel que Obama leva a nível político, Hayward tem que fazer entre os seus e entre os subcontratados, sem saber exatamente quem faz o quê: não há grandes empresas foi tão longe para um tal nível de terceirização e colapso interno.

A BP mudou a sua indústria cultural, e não pode recuperar de manhã à noite. Aqui está a origem dos defeitos: a cultura tem consequências. A BP é, em suma, um caso de estudo. Em termos de incentivos internos, se a variável é maximizar a imagem ou a promoção de políticas “verdes” demais variáveis acabam inevitavelmente para performaces abaixo do normal. Do ponto de vista da alocação de recursos, a obsessão com o CO2, vao em detrimento dos negócios e das habilidades necessárias para isso. A mesma luta pelo efeito de estufa, no entanto, é apenas uma ferramenta política para tocar as subvenções e os reguladores monetária: “Enron é uma empresa verde – disse o presidente, Jeff Skilling – mas o verde é cor dos dolares”. Não é de surpreender que uma sociedade tão voltada para o que Rob Bradley em seu ensaio sobre a parábola da Enron, define como “capitalismo político” para reagir com tic sempre invocando uma nova regulamentação encolher os ombros a tragédia, o plano de emergência não está debaixo d’água era obrigatória e a responsabilidade é limitada por lei, para US $ 75 milhões.

Lá, em uma espécie de “Peltzman efeito”, em homenagem ao economista de Chicago que a regulamentação, por exemplo, o uso do cinto de segurança, cria uma falsa sensação de segurança que leva a mais riscos. Existe a superexposição de atividades rent-seeking, que mudaram o sistema de coordenadas: não há necessidade para fazer mais lucros atender a demanda do mercado, mas criar uma necessidade artificial através de alavancas políticas, como no caso do alarme pelo aquecimento global que é parte de um ciclo natural mas que com complices politicos, da midia e de cintistas em busca de financiamentos, foi creada para o publico mais ignorante. Na tentativa de ir além, a BP acabou perdendo contato com seu ofício. Os resultados são visíveis, e para os próximos anos.

SAND-RIO

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