Tempestade solar: um novo evento de Carrington?

Depois de 4 anos de calma absoluta o Sol decidiu acordar um pouco e assim tivemos uma pequena tempestade solar de classe X2, absolutamente normal e sem problemas para a Terra. Mas a midia ecoterrorista entendeu isso como o inicio do fim do mundo.

No artigo quero explicar o que acontece com  uma  grande tempestade solar e  que seria da Terra em uma tempestade solar do tamanho de classe X10 como foi  o  Evento de Carrington.

O Sol pode ter outra tempestade assim? SIM pode, mas ninguem pode saber quando e como. È posivel uma tempestade de classe X7/8/9/ou 10 agora? Sim é posivel sempre e em qualquer momento, mas o Sol não conhece os relatorios do nossos cientistas fisicos solares e não respeita os vencimentos!. Uma tempestade solar em dezembro de 2012 como as “previsões” dos Mayas? Pura especulção que se vçs querem poderia explicar e dizer quem foi o grande especulador (Muitos $$$$) desta farsa.

Mas vamos ilustrar o que aconteceu no evento Carrington.

O Evento de Carrington ou Tormenta Solar de 1859 foi uma grande tempestade geomagnética provocada por ondas solares  ocorrida em 2° de setembro de 1859. Seu nome provém de Richard Carrington, astrônomo inglês, especialista em nanchas solares.   Esta tormenta solar foi a mais potente já registrada pela história da humanidade. Causou falhas no serviço de telégrafo em toda a Europa e America do Norte.

O astrônomo britânico Richard Carrington,  observou o fenômeno através da projeção da imagem do sol em uma tela branca. Na ocasião, a atividade geomagnética disparou uma série de explosões nas linhas telegráficas, eletrocutando técnicos e incendiando os papéis das mensagens em código Morse.

Relatos informam que as auroras boreais foram vistas até nas latitudes médias ao sul de Cuba e Havaí. Nas Montanhas Rochosas, no oeste da América do Norte, as auroras eram tão brilhantes que acordavam os camponeses antes da hora, que pensavam estar amanhecendo. As melhores estimativas mostram que o Evento Carrington foi 50% mais intenso que a supertempestade de maio de 1921.

Um relatório patrocinado pela NASA publicado em janeiro de 2009 alega que uma tempestade desse tipo, nos dias de hoje iria levar a um “desastre planetário”.

O estudo salientou o impacto devastador que tal fenômeno teria. Por exemplo, isso poderia deixar metade dos EUA sem energia por 90 segundos, sem carvão mineral depois de 30 dias e levaria uma década para o país se recuperar.

Um cenário como este iria custar um valor estimado de £1.5trilhões – e isso seria apenas no primeiro ano.

Ficção científica?  Não de acordo com Mike Hapgood, que preside o time de climatologia espacial da Agência Espacial Européia.

“Eu não acho que o relatório da NAS seja sensacionalista”, ele disse ao New Scientist.

“Este é um relatório equilibrado e razoável.”

O modo de vida do século 21 depende demais da tecnologia, e cientistas dizem que isso é que deixa a sociedade em risco de um “desastre planetário”.

Ao contrário de muitos desastres naturais recentes, uma grande explosão solar poderia causar um grande sofrimento em países desenvolvidos.

Bolas de plasma estourando na superfície do sol podem destruir as nossas modernas redes de eletricidade, que iriam puxar essa energia para si como se fossem antenas e rapidamente teriam sobrecarga.

Isso teria um efeito indireto em muitos dos sistemas que sustentam a nossa vida, incluindo o tratamento de água e esgoto, resfriamento de medicamentos, entregas de supermercado, controles de centrais elétricas e mercados financeiros.

Para reconstruir a rede elétrica, os hubs de transformadores derretidos teriam que ser trocados, mas os novos levariam até um ano para funcionarem devidamente.

Atualmente o NASA’s Advanced Composition Explorer (ACE) é o indicador mais importante do que se recebe do clima espacial. Ele pode dar de 15 a 45 minutos de alerta de tempestades geomagnéticas, e as companhias de energia precisam de 15 minutos para preparar os sistemas para um evento crítico.

Entretanto, o ACE já tem 11 anos e está operando muito além do seu tempo “de vida”, sem planos para troca.

“Nós vamos perder muito da nossa capacidade de antecipação de alerta”, disse o sr. Hapgood.

Além disso, o clarão emitido durante o Evento Carrington viajou tão rápido que levou menos de 15 minutos para a chegar a Terra.

O relatório da NASA foi publicado para estimular o debate e o autor chefe, Daniel Baker, da Universidade do Colorado, espera que isso fará com que decisões sejam tomadas.

“Dá muito trabalho educar os políticos, e isto é especialmente verdade nesses eventos de baixa freqüência”,  disse ele.

“Mas nós estamos nos movendo cada vez mais para perto da possibilidade de um desastre.”

De acordo com as 132 páginas do relatório, o problema começa com as redes de distribuição, consideradas o pilar de sustentação de praticamente todos os serviços modernos existentes e que é extremamente vulnerável às instabilidades do tempo espacial.

Isso acontece devido às extensas linhas de transmissão que agem como antenas quilométricas, captando as correntes elétricas geradas durante as tempestades geomagnéticas. A sobretensão provocada pela tempestade é induzida nos transformadores do sistema de distribuição, que a propaga em toda a região servida causando diversos problemas no abastecimento elétrico. O mais famoso caso de um surto provocado por tempestade geomagnética ocorreu na moderna cidade de Québec, no Canadá, em março de 1989. Naquela ocasião mais de seis milhões de pessoas ficaram sem energia elétrica durante nove horas.

Para estimar o tamanho da pane que uma falha desse tipo pode causar os cientistas empregaram os dados da tempestade geomagnética ocorrida em maio de 1921, que induziu dez vezes mais eletricidade que a tempestade de 1989. Os dados foram introduzidos no modelo representativo da malha atual de distribuição norte-americana. Para espanto dos pesquisadores os resultados mostraram que um surto semelhante acarretaria a destruição de pelo menos 350 transformadores principais, deixando 130 milhões de pessoas sem energia elétrica.

Segundo o cientista John Kappenmann, um dos autores do trabalho, a perda de eletricidade atingiria em cheio o setor de infraestrutura social. “A distribuição de água seria afetada em poucas horas, os alimentos perecíveis e medicamentos estragariam entre 12 e 24 horas e os sistemas de aquecimento e resfriamento deixariam de funcionar. Em poucas horas o sistema de telefonia entraria em colapso e o abastecimento de água e combustíveis funcionaria precariamente. 95% da cadeia produtiva moderna deixariam de funcionar”, disse Kappenmann.

Comparação tamanho da Terra com uma explosão solar


Danos Catastróficos
De acordo com a simulação, uma repetição do Evento Carrington poderia causar pesados danos sociais e econômicos. A sobrecarga poderia ser acompanhada de blackouts de radiopropagação e falhas nos satélites de comunicação e GPS, ocasionando a queda dos sistemas bancários e serviços emergenciais. Devido à falha os transportes também sofreriam com problemas de abastecimento de todos os tipos e os hospitais entrariam em colapso por tempo indeterminado.

O estudo mostra que a extensão do problema está diretamente ligada ao tempo necessário ao reparo das linhas. A substituição de transformadores de milhares de toneladas não é imediata, podendo levar semanas ou até meses para ser concluída. As perdas estimadas pela equipe ultrapassariam 2 trilhões de dólares, cerca de 20 vezes mais que os custos do furacão Katrina.

Naturalmente os americanos sou preocupados só com “eles”, mas un ipotetico novo Evento Carrington terá efeitos desastrosos sobre todo o planeta, não teremos mortes, ninguem morre por uma exposição media a raios X e só os astronautas poderiam haber alcum dano, mas enormes problemas economicos.

Quando a Massa Coronal (CME) chega às cercanias dos cinturões de radiação de Van Allen, que circundam a Terra, grande parte é capturada e fica presa na magnetosfera. Uma pequena parte da CME ainda pode chegar à ionosfera, podendo causar inclusive tempestades geomagnéticas. As explosões solares emanam grandes quantidades de radiação, dentre estas, se dá especial atenção aos raios-X, acordo com o seu brilho num intervalo de comprimento de onda entre 1 a 8 Ångstroms, se classificam as erupções em três categorias:

“Erupções classe X”:  Em geral causam uma série de mudanças na ionosfera da Terra, podem gerar correntes parasitas tanto na ionosfera quanto correntes espelhadas no manto ígneo, geram interferências eletromagnéticas, aumantam os índices de corrosão em estruturas metálicas na superfície, causam a absorção de radiofreqüência na camada D da Ionosfera, fecham a propagação das ondas de rádio em todo o planeta e produzem tempestades de radiação de longa duração, geram grandes problemas em espaçonaves e equipamentos embarcados, causam risco de saúde em astronautas pilotos e passageiros de aeronaves, causam emvelhecimento precoce em instrumentos eletrônicos embarcados, danificam satélites, interrompem as comunicações por satélite, geram inteferências e erros nos mais diversos sistemas de proteção e controle eletrônicos.

“Erupções classe M”: são de intensidade média, causam aumento da absorção das ondas de RF na camada D da ionosfera, fecham a propagação de RF com menor intensidade do que as erupções X, geram fenômenos luminosos nas regiões dos pólos, geram defeitos em equipamentos embarcados em satélites.

“Erupções classe C”: são erupções emitem pouca energia e CME’s, em geral não chegam a afetar a Terra, contudo causam problemas em equipamentos embarcados em espaçonaves, causam envelhecimento em painéis solares e interferências nas comunicações em alta freqüência em satélites.

Atualmente estamos assim: Temos hoje um flare de classe M que surgiu no lado norte-ovest do Sol e os efeitos  não vao afetar a Terra porqué o CME foi no lado não na frente do nosso planeta, Vejam as imagem deste evento de porte pequeno mas que demonstra que o Sol está acordando no sue ciclo. È de ver que o solar flux voltou em baixo de 90 o que demonstra que ainda está longe da sua fase de maximo… OU  ESTÀ PERTO DO SEU MAXIMO????

Lembro que as primeiras previsões do ciclo solar 24 diziam que o maximo seria no fim do 2011 inicio 2012….

O mundo tecnologico é fragil e o SOL é anarquico e não se importa com a nossa existencia… ou melhor “acho que o SOL nos desconhece”

SAND-RIO

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9 Comments

  1. Luciano
    Posted 25 fevereiro 2011 at 12:03 PM | Permalink

    Notei que pela imagem da Lasco C3 mostra que existem explosões acontecendo na lateral do sol (visto da terra). Parece que está acordando, infelizmente!
    Ainda bem que essas explosões não vieram em nossa direção, mesmo passaram raspando pelo nosso planeta (como diz a matéria) ou ainda com pouca intensidade. Será que estamos com sorte, até onde vai nossa sorte?

    Esperamos…

  2. Posted 25 fevereiro 2011 at 2:51 PM | Permalink

    É pelo visto estamos entrando de fato no final do Katun, podemos não considerar as profecias mais a astronomia que detalhou o Grande Cromo Maya não pode ser ignorada pela ciência moderna, só por que não alcançamos a sabedoria astronômica deles, o calendário não erra nenhum eclipse nem estação, o planeta x está ai pra quem quiser ver, aqui do nordeste mesmo avistamos ele a olho nu fumegante por volta das três e meia da manhã todos os dias. Basta olhar pro céu!!!

    • Luciano
      Posted 25 fevereiro 2011 at 4:38 PM | Permalink

      Bem, acho que o planeta x os mayas ficarão te devendo…hehehe.

      Quanto as explosões solares, ainda acredito que serão bem mais brandas, 2012 será um ano qualquer, em escala de catastrofes apocalípticas.

      • vagner
        Posted 25 julho 2012 at 11:22 AM | Permalink

        Mas ate agora não aconteceu nada do que estão dizendo.hehehe

  3. Posted 25 fevereiro 2011 at 6:29 PM | Permalink

    Além disso, o clarão emitido durante o Evento Carrington viajou tão rápido que levou menos de 15 minutos para a chegar a Terra.

    Como isto é aproximadamente metade da velocidade da luz.

    Estou achando um pouco exagerado.

    Vou fazer umas continhas. Prótons viajando a esta velocidade a intuição diz isto é perigoso.

    Qualquer coisa orbitando além de Plutão é possível.

    Dúvida sincera.

    Os Maias elaboraram algum modelo do sistema solar?

    Abraços

  4. Rosana
    Posted 1 março 2011 at 3:08 AM | Permalink

    Sand,qual a probabilidade dessa atividade gerar abalo sismico? Se atingirmos X7 ate X1O, em quanto tempo vc obtera essa informação para esta pagina?
    Abs, Rosana

  5. Posted 3 março 2011 at 10:33 PM | Permalink

    PUTZZZ cara vcs sao um saco hem q trem chato velho tenho paciencia nauu

  6. Posted 2 setembro 2011 at 12:51 PM | Permalink

    Pra mim é um grande pretesto pra alguma catastrofe gerada pelos senhores do mundo
    estão sabendo demais sobre suposto fato da naturesa.

    Já sabem até quando a “naturesa” vai atacar!!

    ta me parecendo mais uma reportagem ao povo de categoria “X9″ da midia que antes de fazer suas catastrofe “naturais-laboratóreais” inventam e fazem com que acreditemos em seus fatos relatados.
    E quando estamos já por acreditar!!! Banggg!!!!
    E o povo acredita em tudoooo!!
    Lamentavel!

  7. sergio cerqueira lim
    Posted 23 janeiro 2012 at 3:03 AM | Permalink

    acho que isso é totalmente possivel, o sol é uma grande fabrica de energia atômica trabalhando com constância, energia sublime e poderosa


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